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domingo, 4 de novembro de 2012

história do violino, dicas e curiosidades do violino


História, Dicas e Curiosidades dos Instrumentos: Violino
Stradivarius
O violino é o mais agudo dos instrumentos de cordas friccionadas, que ainda inclui a viola, o violoncelo e o contrabaixo. Seu tom corresponde ao soprano da voz humana. É um instrumento musical de quatro cordas ( Mi, Lá, Ré e Sol).
Seu timbre é agudo e estridente, mas pode produzir timbres mais aveludados dependendo do encordamento utilizado . O som geralmente é produzido pela fricção das cerdas de um arco de madeira sobre as cordas. Também pode ser executado beliscando ou dedilhando as cordas, pela fricção da parte de madeira do arco, ou mesmo por percussão com os dedos ou com a parte de trás do arco.

História:
Os primeiros violinos foram produzidos na Itália entre o fim do século XVI e o início do século XVII. Durante duzentos anos a arte de fabricar violinos de primeira classe foi atributo de três famílias da região de Cremona: Amati, Guarneri e Stradivarius. A sua utilização tornou-se mais expressiva a partir da segunda metade do século XV
O violino propriamente dito manteve-se inalterado por quatrocentos anos. A partir do século XIX modificou-se apenas a espessura das cordas, o uso de um cavalete mais alto e um braço mais inclinado. Inclusive, a forma do arco consolidou-se aproximadamente nessa época. Originalmente com um formato côncavo, o arco agora tem uma curvatura convexa, o que lhe permite suportar uma maior tensão das crinas.

Os famosos Stradivarius:
Os violinos Stradivarius são os mais valiosos do mundo. Foram feitos mais de mil instrumentos, entre eles violinos, violas, violoncelos e outros instrumentos de cordas pelo mestre Antonio Stradivarius (1644-1737), mas actualmente restam poucos instrumentos feitos por ele no mundo.
A sua qualidade sonora, mesmo com as tecnologias existentes, nunca foi superada. É bastante provável que seja apenas fruto da idade dos instrumentos.

Fabricação:
A luthieria ou liuteria é uma profissão artística que engloba a produção artesanal de instrumentos musicais de corda com caixa de ressonância. Tais palavras tiveram origem da construção do alaúde, que em italiano se chama liuto; portanto, liutaio significa aquele que faz alaúdes.
Tradicionalmente são instrumentos puramente acústicos, cujo som é amplificado naturalmente pela caixa de ressonância de madeira. No entanto, existem instrumentos amplificados eletronicamente, através de captadores ou microfones. Assim como as guitarras elétricas, os violinos eletrificados não necessitam de caixa de ressonância. Alguns possuem corpo maciço e outros nem possuem corpo, mas apenas molduras para a sustentação das cordas.

Partes do instrumento:
Ouvidos, Efes ou Aberturas acústicas são os orifícios que permitem aos sons (vibrações), amplificados pelo corpo do instrumento, atingir o espaço externo e finalmente os nossos ouvidos.
Cravelhas são as peças de madeira (quatro, uma para cada corda), onde se fixam as cordas, e são usadas para afinar o instrumento girando-as em sentido horário ou anti-horário, a fim de retesar ou afrouxar as cordas. Os violinos desafinam com facilidade, especialmente com mudanças de temperatura, ou em viagens longas.
Cavalete é a peça na qual se apoiam as 4 cordas distendidas. A parte inferior do cavalete – dois pequenos pés – fica apoiada no plano harmônico do violino (tampo superior – o inferior chama-se fundo). Pequenas ranhuras no cavalete mantêm as cordas no lugar. O cavalete transforma as vibrações horizontais em verticais e depois transmite as vibrações das cordas para o corpo do violino.
Cordas: Antigamente eram feitas de tripa de carneiro. Hoje são de aço cromado ou de material sintético, revestidas com uma fita metálica de alumínio, níquel, ou, as melhores, de prata.
Estandarte é uma peça aproximadamente triangular que fixa as cordas na extremidade oposta ao braço.
Fixo é um pequeno acessório metálico que se prende no estandarte, no furo correspondente às cordas. Possui um parafuso que ao girá-lo, permite precisão na afinação da corda.
Queixeira: serve para o violinista acomodar de maneira mais confortável o violino ao queixo.
O Arco é feito de madeira. Fios de crina de cavalo (ou nylon) são ajustados às duas extremidades desta peça de madeira, longa e curva, com cerca de 75 cm de comprimento. A crina de cavalo dá uma maior qualidade ao som e o ajuste da sua tensão é feito por um parafuso colocado no talão, a parte segurada pela mão direita do violinista. A outra extremidade do arco denomina-se ponta. O arco do violino é como a respiração para os cantores ou instrumentistas de sopro. Os seus movimentos e sua articulação constituem a dicção dos sons e a articulação das células rítmicas e melódicas. Todas as nuances sonoras, colorido e dinâmica musical do violino estão intimamente ligadas à relação existente entre a condução do arco e a precisão dos movimentos sincronizados da mão esquerda junto com a mão direita.
A almofada é um acessório utilizado para apoiar o violino ao ombro do musico. Não é um acessório obrigatório, é utilizado apenas quando o músico não consegue apoiar o violino ao ombro.

Técnica:
A execução mais comum é a fricção do arco nas cordas. Antes de tocar o instrumento, o violinista passa sobre as cerdas uma resina chamada breu, que tem o efeito de produzir o atrito entre as cerdas e as cordas, gerando o som. O som produzido pelas cordas é transmitido ao corpo oco do violino, denominado caixa de ressonância, pela alma, um cilindro de madeira que fica dentro do corpo do violino, mais ou menos abaixo do lado direito do cavalete.

Postura ao tocar:
Corpo reto e peito para frente. As pernas devem ficar um pouco abertas para estabilizar o equilíbrio do corpo, pois quando o movimento do arco for rápido, o braço direito terá maior facilidade para executar as notas. O peso do corpo deve ficar apoiado nas duas pernas. Quando segurar o violino a posição tem de ser natural, isto é, sentir o violino como se fosse uma parte do corpo.

CURIOSIDADE SOBRE O BANJO







O Banjo de cinco cordas possui um corpo circular e um longo braço de madeira. Tem uma pele estendida feito barriga e uma tampa de madeira atrás. Toca-se o banjo puxando as cordas com seus dedos ou com uma palheta. O banjo é muito usado no Ragtime, Bluegrass e no Jazz tradicional.
 
Nome: BANJO
Família: Instrumento de Cordas
alcance de tons: duas oitavas e meia
Material: corpo de madeira, pele de pergaminho ou plástico e cordas de tripa ou metal
Tamanho: 28 cm de diâmetro
Origem: O banjo moderno era um instrumento muito usado por escravos do ocidente africano, sendo conhecido pelo mundo primeiramente no continente americano por volta do século 17.
Classificação: Chordophone: um instrumento que produz som pela vibração das cordas.
Existe uma teoria que o banjo foi inventado por escravos nas plantações da América, sendo a evolução do tambor, adicionando cordas.

Você Sabía? existe uma teoria de que o banjo foi inventado por escravos nas plantações da América, sendo a evolução do tambor, adicionando cordas.

(fonte: Toque Teclado Fácil -Daise Publicações Musicais Ltda.)

sábado, 3 de novembro de 2012

NAUFRAGO DE UM MAR DOCE

 O LIVRO DE NAURO JÚNIOR 
 "Acabei de colocar o ponto final no livro "Náufrago de um Mar Doce". Escolhi esta música como trilha sonora deste momento porque sempre escutei ela em instantes decisivos de minha vida.
Estive envolvido visceralmente nos últimos dois anos com a saga de Nico, D. Judthi, Mimi, Rubão e tantos outros personagens que nasceram na Vila da Palha. 
Escrevi uma história que há instantes era só minha e de meus personagens. A partir de agora ela vai ser de todos que a lerem.
Vamos agora para o trabalho de revisão de textos, burocracias de impressão, escolha de capa, autor do prefácio etc.
Mas o ponto final já foi digitado e sinto minha alma aliviada por isto. Obrigado Carlinhos Mazza por um dia ter me contado esta história. Obrigado Nico e dona Judithi por terem vivido esta história e de alguma forma terem me permitido viver junto." (Nauro Júnior)
  O livro "Naufrago de um Mar Doce"  você encontra na Feira do Livro de Pelotas.
Já está a venda nos estandes das Livrarias Vanguarda e Mundial na Feira do Livro de Pelotas.

USINA DE BELO MONTE

A polêmica em torno da construção da usina de Belo Monte na Bacia do Rio Xingu, em sua parte paraense, já dura mais de 20 anos. Entre muitas idas e vindas, a hidrelétrica de Belo Monte, hoje considerada a maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, vem sendo alvo de intensos debates na região, desde 2009, quando foi apresentado o novo Estudo de Impacto Ambiental (EIA) intensificando-se a partir de fevereiro de 2010, quando o MMA concedeu a licença ambiental prévia para sua construção.

E m 13 de agosto de 2012, o TRF 1ªRegião em decisão inédita determinou a paralisação das obras - que caminham rapidamente - enquanto os povos indígenas afetados por ela não forem consultados. Mas, em 27 de agosto, o STF deferiu pedido de liminar da Advocacia Geral da União suspendendo a decisão do TRF1 e a obras foram retomadas. (Veja as últimas notícias sobre Belo Monte aqui.)

M ovimentos sociais e lideranças indígenas da região consideram que os impactos socioambientais não estão suficientemente dimensionados. Em outubro de 2009, por exemplo, um painel de especialistas debruçou-se sobre o EIA e questionou os estudos e a viabilidade do empreendimento. Um mês antes, em setembro, diversas audiências públicas haviam sido realizadas sob uma saraivada de críticas, especialmente do Ministério Público Estadual, seguido pelos movimentos sociais, que apontava problemas em sua forma de realização.

Ainda em outubro, a Funai liberou a obra sem saber exatamente que impactos causaria sobre os índios e lideranças indígenas kayapó enviaram carta ao Presidente Lula na qual diziam que caso a obra fosse iniciada haveria guerra. Para culminar, em fevereiro de 2010, o Ministério do Meio Ambiente concedeu a licença ambiental, também sem esclarecer questões centrais em relação aos impactos socioambientais.

Em junho de 2011, o Ibama anunciou a liberação definitiva para a construção da usina sob o argumento de que 40 condicionantes previstas na licença prévia haviam sido "atendidas". E o presidente do órgão à época, Curt Trennepohl,fez uma diferenciação entre "atendidas" e "cumpridas". Sublinhou que muitas delas só seriam cumpridas quando a usina entrasse em operação.

C om a realização da Rio+20 em junho de 2012, no Rio de Janeiro, muitas manifestações contra Belo Monte, lideradas pelo cacique Raoni Metuktire, tomaram as ruas da cidade. Enquanto isso, bem longe do Rio de Janeiro, em Belo Monte (PA) índios Xikrin, ocuparam a ensecadeira (espécie de barramento)do sítio Pimental, pedindo a suspensão da obra por descumprimento de condicionantes. Saíram depois de 21 dias de ocupação e de tensas negociações com a Norte Energia, empresa que está construindo a usina.

D ias depois, engenheiros da empresa terminaram detidos na aldeia Miratu, na Terra Indígena Paquiçamba, quando foram explicar aos indígenas como seria o mecanismo de transposição de pessoas e embarcações do Rio Xingu, para acesso à cidade. Em setembro de 2012, o Ibama e Funai liberaram o barramento definitivo do Xingu.

V eja como anda o cumprimento das condicionantes do componente indígena do Programa Básico Ambiental pela Norte Energia, atualizado até 27 de agosto de 2012.

Abaixo um resumo dessa história que teve início em fevereiro de 1989, em Altamira, no Pará, com a realização do I Encontro dos Povos Indígenas no Xingu.

Realizado entre 20 e 25 de fevereiro de 1989, em Altamira (PA), o I Encontro dos Povos Indígenas do Xingu, reuniu três mil pessoas - 650 eram índios - que bradaram ao Brasil e ao mundo seu descontentamento com a política de construção de barragens no Rio Xingu. A primeira, de um complexo de cinco hidrelétricas planejadas pela Eletronorte, seria Kararaô, mais tarde rebatizada Belo Monte. De acordo com o cacique Paulinho Paiakan, líder kaiapó e organizador do evento ao lado de outras lideranças como Raoni, Ailton Krenak e Marcos Terena, a manifestação pretendia colocar um ponto final às decisões tomadas na Amazônia sem a participação dos índios. Tratava-se de um protesto claro contra a construção de hidrelétricas na região.


Encontro de Altamira reuniu 3 mil pessoas, 650 índios, entre elas, e foi considerado um marco do socioambientalismo no Brasil.
Em 2008, 19 anos depois, realizou-se em Altamira o II Encontro dos Povos Indígenas do Xingu e daí nasceu o Movimento Xingu Vivo para Sempre. 



  • Na memória dos brasileiros, o encontro ficou marcado pelo gesto de advertência da índia kaiapó Tuíra, que tocou com a lâmina de seu facão o rosto do então diretor da Eletronorte, José Antônio Muniz Lopes, aliás presidente da estatal durante o governo FHC. O gesto forte de Tuíra foi registrado pelas câmaras e ganhou o mundo em fotos estampadas nos principais jornais brasileiros e estrangeiros. Ocorrido pouco mais de dois meses após o assassinato do líder seringueiro Chico Mendes, em Xapuri (AC), que teve repercussão internacional, o encontro de Altamira adquiriu notoriedade inesperada, atraindo não apenas o movimento social e ambientalista, como a mídia nacional e estrangeira.
    O I Encontro dos Povos Indígenas foi o resultado de um longo processo de preparação iniciado um ano antes, em janeiro de 1988, (veja o item Histórico) depois que o pesquisador Darrel Posey, do Museu Emílio Goeldi do Pará, e os índios kaiapó Paulinho Paiakan e Kuben-I participaram de seminário na Universidade da Flórida, no qual denunciaram que o Banco Mundial (BIRD) liberara financiamentos para construir um complexo de hidrelétricas no Rio Xingu sem consultar os índios. Convidados por ambientalistas norte-americanos a repetir o depoimento em Washington lá foram eles. E, por causa disso, Paiakan e Kube-I acabaram enquadrados pelas autoridades brasileiras, de forma patética, na Lei dos Estrangeiros e, por isso, ameaçados de serem expulsos do país. O Programa Povos Indígenas no Brasil, do Centro Ecumênico de Documentação e Informação (Cedi), uma das organizações que deu origem ao Instituto Socioambiental (ISA), convidou Paiakan a vir a São Paulo, denunciou o fato e mobilizou a opinião pública contra essa arbitrariedade.
    Para avançar na discussão sobre a construção de hidrelétricas, lideranças kaiapó reuniram-se na aldeia Gorotire em meados de 1988 e decidiram pedir explicações oficiais sobre o projeto hidrelétrico no Xingu, formulando um convite às autoridades brasileiras para participar de um encontro a ser realizado em Altamira (PA). A pedido de Paiakan, o antropólogo Beto Ricardo e o cinegrafista Murilo Santos, do Cedi, participaram da reunião, assessorando os kaiapó na formalização, documentação e encaminhamento do convite às autoridades. Na seqüência, uniram-se aos kaiapó na preparação do evento. O encontro finalmente aconteceu e o Cedi, com uma equipe de 20 integrantes, reforçou sua participação naquele que seria, mais tarde, considerado um marco do socioambientalismo no Brasil. Ao longo desses anos, o Cedi, e depois o ISA, acompanharam os passos do governo e da Eletronorte na questão de Belo Monte, alertas para os impactos que provocaria sobre as populações indígenas, ribeirinhas e todo o ecossistema da região.

    L
    istada no governo FHC como uma das muitas obras estratégicas do programa Avança Brasil, a construção do complexo de hidrelétricas no Rio Xingu faz parte da herança legada ao governo Lula, eleito em novembro de 2002. Herança que era bem conhecida. Tanto assim, que o caderno temático O Lugar da Amazônia no Desenvolvimento do Brasil, parte do Programa do Governo do presidente eleito, alertava: “Dois projetos vêm sendo objeto de intensos debates: a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, e o de Gás de Urucu, no Amazonas. Além desses também preocupam as 18 barragens propostas na Bacia do Rio Araguaia e Tocantins. A matriz energética brasileira, que se apóia basicamente na hidroeletricidade, com megaobras de represamento de rios, tem afetado a Bacia Amazônica. Considerando as especificidades da Amazônia, o conhecimento fragmentado e insuficiente que se acumulou sobre as diversas formas de reação da natureza em relação ao represamento em suas bacias, não é recomendável a reprodução cega da receita de barragens que vem sendo colocada em prática pela Eletronorte”.
    Decisão ficou para o governo Lula
    Exemplos infelizes como a construção das usinas hidrelétricas de Tucuruí (PA) e Balbina (AM), as últimas construídas na Amazônia, nas décadas de 1970 e 1980, estão aí de prova. Desalojaram comunidades, inundaram enormes extensões de terra e destruíram a fauna e flora daquelas regiões. Balbina, a 146 quilômetros de Manaus, significou a inundação da reserva indígena Waimiri-Atroari, mortandade de peixes, escassez de alimentos e fome para as populações locais. A contrapartida, que era o abastecimento de energia elétrica da população local, não foi cumprida. O desastre foi tal que, em 1989, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), depois de analisar a situação do Rio Uatumã, onde a hidrelétrica fora construída, concluiu por sua morte biológica. Em Tucuruí não foi muito diferente. Quase dez mil famílias ficaram sem suas terras, entre indígenas e ribeirinhos. Diante desse quadro, em relação à Belo Monte, é preciso questionar a forma anti-democrática como o projeto vinha sendo conduzido, a relação custo-benefício da obra, o destino da energia a ser produzida e a inexistência de uma política energética para o país que privilegie energias alternativas.
    Essas questões continuam a ser repisadas pelos movimentos sociais que atuam na região, como por exemplo, o Movimento Xingu Vivo para Sempre, criado recentemente, e que reúne os que levam adiante a batalha contra a construção de Belo Monte e de outras hidrelétricas no Rio Xingu.
    Empossado na presidência da Eletrobrás, em janeiro de 2003, o físico Luiz Pinguelli Rosa, declarou à imprensa que o projeto de construção de Belo Monte seria discutido e opções de desenvolvimento econômico e social para o entorno da barragem estariam na pauta, assim como a possibilidade de reduzir a potência instalada, prevista em 11 mil megawatts (MW) no projeto original.
    A persistência governamental em construir Belo Monte está baseada numa sólida estratégia de argumentos dentro da lógica e vantagens comparativas da matriz energética brasileira. Os rios da margem direita do Amazonas têm declividades propícias à geração de energia, e o Xingu se destaca, também pela sua posição em relação às frentes de expansão econômica (predatória) da região central do país. O desenho de Belo Monte foi revisto e os impactos reduzidos em relação à proposta da década de 80. O lago, por exemplo, inicialmente previsto para ter 1.200 km2, foi reduzido, depois do encontro, para 400 km2. Os socioambientalistas, entretanto, estão convencidos de que além dos impactos diretos e indiretos, Belo Monte é um cavalo de tróia, porque outras barragens virão depois, modificando totalmente e para pior a vida na região.
    Acompanhe no item Notícias deste Especial um resumo do caso Belo Monte, desde 1998 até os dias de hoje. Clique aqui.
  • (Fonte: Instituto Socio Ambiental / foto original: Pedro Martinelli)

    quinta-feira, 1 de novembro de 2012

    50 Curiosidades da Ciência






    01. A velocidade da luz, geralmente arredondada em 300.000 km/s, é de exatamente 299.792,548km/s.




    02. São necessários 8 minutos e 17 segundos para a luz viajar da superfície do sol à terra.



    03. 10% de todos os humanos já nascidos, estão vivos neste momento.



    04. A terra gira à 1.600 km/h, mas viaja em sua órbita ao redor do sol a mais de 107.000 km/h.



    05. Todo ano, um milhão de terremotos sacodem a terra.



    06. Quando Krakatoa entrou em erupção, em 1883, a força de sua explosão foi tão grande que pode ser escutada à mais de 7.700 km. de distância, na Austrália.



    07. A cada segundo, 100 raios atingem a superfície terrestre.


    08. Todo ano, 1.000 pessoas morrem vítimas de raios.



    09. Em outubro de 1999, um iceberg do tamanho de Londres, soltou-se do continente Antártico.



    10. Se você conseguisse dirigir seu carro na vertical, direto para cima, levaria apenas uma hora para chegar ao espaço (algo em torno de 65 km).



    11. A tênia, um verme que pode viver no sistema digestivo humano, pode atingir quase 23 metros de comprimento.



    12. A Terra tem 4,56 bilhões de anos, a mesma idade da Lua e do Sol.



    13. Os dinossauros extinguiram-se antes da formação das Montanhas Rochosas e dos Alpes.



    14. A aranha viúva negra, come o macho depois do acasalamento.



    15. Quando uma pulga salta, a aceleração à qual ela se submete chega à 20 vezes a de um ônibus espacial durante o seu lançamento.



    16. Se o sol tivesse apenas 1 centímetros de diâmetro, a estrela mais próxima dele estaria à 285 quilômetros de distância.


    17. Astronautas não conseguem arrotar quando no espaço – não existe gravidade para separar os líquidos dos gasosos em seus estômagos.



    18. O ar no topo do monte Everest, à 8.850 metros de altura, só tem um terço da densidade que apresenta ao nível do mar.



    19. 1/1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 de segundos antes do Big Bang, o universo era do tamanho de uma ervilha.



    20. O DNA foi descoberto em 1869 pelo suíço Friedrich Mieschler.



    21. A estrutura molecular do DNA foi determinada pela primeira vez em 1953 por Watson e Crick.


    22. O primeiro cromossoma humano foi construído por cientistas americanos em 1997.


    23. O termômetro foi inventado em 1607 por Galileu Galilei.



    24. Alfred Nobel, pai do famoso prêmio, foi o inventor e fez fortuna com a dinamite em 1866.



    25. Wilhelm Rontgen venceu o primeiro prêmio Noval de física em 1895, por ter descoberto o raio-x.


    26. A maior árvore documentada foi um eucalipto australiano, que em 1872 tinha pouco mais de 130 metro de altura.



    27. Christian Barnard fez o primeiro transplante de coração em 1967, o paciente sobreviveu 18 dias com o novo órgão.



    28. Uma enguia elétrica pode dar um choque de 650 volts.



    29. Comunicações sem fio deram um grande passo em 1962, com o lançamento do Telstar, o primeiro satélite capaz de retransmitir sinais de telefone e televisão.



    30. O vírus Ebola mata 80% dos humanos que infecta.



    31. Dentro de 5 bilhões de anos, o sol vai ficar sem energia e se transformar em um “gigante vermelho”


    32. As girafas dormem apenas vinte minutos por dia. Eventualmente, elas podem dormir até 2 horas por dia, mas nunca de uma só vez, sempre em pequenos cochilos.
      
    33. O corpo humano tem mais de 96.000 km de vasos sangüíneos.



    34. Uma célula sangüínea leva apenas 60 segundos para completar uma circulação completa pelo corpo.


    35. No dia que Alexander Graham Bell foi enterrado, todo o sistema de telefonia dos EUA foi desligado por um minuto, em sua homenagem.



    36. O chamado de baixa freqüência feito pela baleia jubarte, é o som mais barulhento produzido por um ser vivo.



    37. 25% de todas as plantas do mundo estão ameaças de extinção até o ano 2010.


    38. Cada pessoa perde 40 kg. de pele durante sua vida.



    39. Com 37 centímetros, as lulas gigantes são os seres vivos com maior olhos da Terra.



    40. O Universo contém mais de 10 bilhões de galáxias.


    41. Quando se colocam larvas sobre feridas, elas curam mais rápido e sem risco de infecções ou gragrenas.



    42. Mais germes se transferem em um aperto de mãos que em um beijo.



    43. A velocidade mais rápida com que a chuva cai, são 29 km/h.



    44. Seria necessária uma hora inteira para um objeto pesado afundasse 10,9 km., no local mais profundo de todos os oceanos.


    45. Cerca de um quatrilhão de neutrinos do Sol passaram através do seu corpo enquanto você lia esta frase.


    46. O local mais profundo de todos os oceanos são as Fossas Marianas, no pacífico, com exatos 10.910 metros.



    47. A cada hora, o universo se expande 1,6 bilhões de quilômetros (um bilhão de quilômetros em cada direção).



    48. Parte da interferência na sua TV se deve as ondas do Big Bang que gerou o universo.



    49. Mesmo viajando à velocidade da luz, seriam necessários dois milhões de anos para ir da Terra à galáxia mais próxima, Andrômeda.



    50. Um dedal de neutros de uma estrela, pesa mais de 100 milhões de toneladas