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sábado, 3 de novembro de 2012

Pelotense.... Com muito orgulho.

Uma cidade é um mundo. Palco de muitas histórias. Como a do menino que passeia pela praça Coronel Pedro Osório e se admira com a beleza dos contornos e das cores. Com ele, e como ele, Pelotas cresce. Na Fenadoce turistas dos mais variados cantos do país se encantam com a alegria do Grupo Tholl. Aliás, onde o Tholl habita sempre existe a possibilidade de um sorriso. Sim, a cultura e o otimismo fazem Pelotas crescer.
Uma cidade é uma herança. Trabalho de vários povos. Como seria possível agradecer à coragem portuguesa, sempre disposta a desbravar novas terras – nunca, porém, sem doçura? Sim, somos também africanos. Alemães. Franceses. Italianos. Indígenas. Ricos em diversidade. Únicos. E profundamente acolhedores. Somos uma cidade de braços abertos a quem procura conhecimento e aconchego. Com os amigos, na mesa nove do Cruz de Malta, a estudante paulista, que há quatro anos desembarcava por aqui tomada de dúvida e medo, acaba de se declarar pelotense de coração. Em Pelotas foi amada. Formou-se. E aprendeu a amar. Como ela, sabe-se, há uma multidão.

Uma cidade é construção. Dos encontros e desencontros em diálogos calorosos e comprometidos no Café Aquário aos debates no 13 Horas. Dos desafios de implantar a reciclagem do lixo à atitude simples de separá-lo conscientemente. Dos estudos epidemiológicos – referências mundiais – às melhorias nas ruas, avenidas e praças, que dão novo rosto e ânimo ao município. Da busca por tornar o estacionamento rotativo uma realidade à vivência do respeito às leis de trânsito. Do forte comércio local às grandes empresas nacionais que dão sinais de escolha por esta terra. Dos jogos na Boca do Lobo e no Bento Freitas à possibilidade real – há pouco tempo inimaginável – de sediar, no Fragata Futebol Clube, casa do capitão Emerson, uma seleção durante a próxima Copa. Que, se Deus quiser, ganharemos. Sim, de antigas e novas paixões se faz uma cidade.


Há quem não veja ainda – uma minoria, com certeza –, mas Pelotas cresce principalmente quando é amada. Por amar a cidade, o maestro Sergio Sisto pôs em pé e em pauta a Orquestra Filarmônica. Por amar a cidade, os irmãos Ramil a puseram em canção. Por amar a cidade, João Simões Lopes Neto nela sempre apostou. Antes de tudo, uma cidade se faz de gente. E o novo momento de Pelotas é fruto do trabalho de gente que acredita nesta terra. Fruto do trabalho de quem conservou o melhor do passado e buscou, com otimismo e pés no chão, começar a construir o futuro. Hoje o orgulho de ser pelotense toma de novo conta das ruas. Orgulho gostoso de sentir. Orgulho nascido da mais profunda certeza:


Pelotas cresce aqui, em mim, em ti, dentro de cada um de nós.

(por: Pelotas Cresce Aqui)

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