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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Conversa política!

Quem de nós, mesmo sem querer, não escuta o discurso político de todos os dias? Sabemos de cor e salteado, como se dizia para os alunos aprender, cada palavra dita, falada e escrita. Conhecemos as necessidades da cidade e, sem dúvida, o que estamos precisando para viver melhor e mais saudável. Assim, somos um pouco habilitados a falar sobre educação, saúde, segurança, cultura, saneamento, trânsito, transporte, ruas e... tudo o que envolve a organização e administração dos locais onde moramos. Afinal, não somos nós que cuidamos de tantas e tantas coisas que envolvem nossas vidas?

  A Ciência Política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos, sejam eles os que votam ou aqueles que fazem militância, aqueles que governam. Aprendemos na escola sobre isso e muito mais. Se puxarmos pela memória e consultarmos nossos livros recordamos também que a palavra política tem origem grega (politeia) que indica todos os procedimentos relativos à polis, cidade-Estado. Assim como escrevi no primeiro parágrafo, de maneira simples e fácil: necessidades das nossas cidades.
 Então, os políticos entram em nossas casas, através da mídias, e falam sobre o futuro, sobre o que farão para melhorar nosso dia a dia, o que proporcionarão para nossos filhos, para nossos idosos, para todos em geral. Queremos acreditar! Queremos sonhar e ver os sonhos realizados! Queremos que os políticos não esqueçam suas promessas! Queremos só um pouco do que estão dizendo!
 A política, pela ação dos políticos, deve sim ter e manter as prioridades  que beneficiem o povo e não apenas os que ocupam os cargos. Ah, o poder! Na política o poder corrompe e faz os homens e as mulheres esquecerem suas responsabilidades. E estas pessoas que agem assim sequer são culpadas de suas ações, pois o que se escuta é que o povo é o maior responsável por ter governantes sem ética e sem compromisso. Afinal, não é o povo que escolhe e elege? Pois é!
 Mas quem está aí para elegermos? Que ações estas pessoas já fizeram? Como já viveram suas vidas, seus trabalhos e suas relações familiares? Como se comprometeram com as escolas de seus filhos? O que fizeram até hoje para que os conhecêssemos como pessoas de ações para uma cidade?
Parece que isso temos visto a vistas largas, como se diz no campo. Temos descreditado, temos nos decepcionado e ainda carregado todas as culpas por não saber votar.
 Bem, este é um tema amplo, complicado e sério. Muito sério! Precisamos lembrar que a ética não pode ser diferente da ética da vida pessoal. Quem sabe assim podemos escolher melhores pessoas... Quem sabe não caímos em conversas políticas!
( Por: Marlise Flório Real - DP)

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